Religiosidade sem Religião

Religiosidade sem Religião

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25 Replies to “Religiosidade sem Religião”

  1. Roosevelt Borges…….tem que desenhar num papel, para você entender……Suas palavras:….DEUS É AMOR SE TENHO AMOR NO CORAÇAÕ TENHO DEUS COMIGO E DENTRO DE MIM……….deixe de ser hipócrita!!!…Você não acredita em absolutamente em nada…….Vovó é um papagaio, que vive repetinho as palavras da vovó……..Deus …Deus…..Deus……Acorda!!!….Você não sabe, nem mesmo, quem é você………Deus blá blá blá………conversa fiada;;;;;;;;;;

  2. Fantástica a palestra. Muito esclarecedora; atende profundamente ao sentimento de autoconhecimento e procura íntima de uma verdadeira espiritualidade.

  3. Tenho que dizer, Prof Lalá, essa, na minha humilde opinião, foi uma das melhores palestras ou conferências que você ministrou. Parabenizo-o. Abç.

  4. Na verdade, matar, roubar, trair, defraudar, insultar, estuprar, escravizar etc. jamais deveriam ser praticados em lugar algum. Mas, convenhamos, andar peladão com o cuzão e genitais à mostra NÃO é sinal de “espiritualidade”, se assim fosse, os monges orientais e os evoluídos ETs não usariam roupas, né? Acho que cada espaço merece postura, vestimenta e linguagem convenientes ao decoro, à ordem e à funcionalidade do mesmo – e isso é naturalmente estabelecido pelas sociedades humanas evoluídas, independentemente de religião. Num Tribunal de Justiça, usam-se trajes e linguagem culta, já numa praia usam-se trajes de banho; num shopping usam-se trajes informais. P. ex.: eu NÃO assisto TV sem roupas (nu), na sala da minha casa. Mas se o cara quer ficar peladão para ver as bucetas da mulher do próximo ou as picas dos seus maridos, vai a uma praia de nudismo… Se quer fazer sexo vai a um motel (ou a uma moita)… Se quer embriagar-se, segue para um boteco, um clube, cabaré… Se quer batuque vai a um ensaio de escola de samba… Se quer balbúrdia, vá a uma partida de futebol… Se quer meditar vai a um templo ou a um local silencioso, inspirador… Etc, etc, etc…

  5. Lalá… o religioso mais religioso sem religião. Fala da Grandiosidade de Deus como poucos ou quase nenhum religioso. O Deus do Prof. Lalá é o mesmo Deus que eu acredito. Namastê.

  6. Nunca tive interferência religiosa na minha vida apesar de algumas pessoas da minha família seguirem o Catolicismo, mas lá pelas tantas passei a me interessar para entender o porque das coisas serem como são e ainda bem que logo caiu na minha “rede” o conhecimento e as informações necessárias para abreviar essa busca! O que mais me levou a buscar esse conhecimento foi a necessidade de entender os sentimentos negativos entre Judeus e Muçulmanos, após passar algumas temporadas nos EUA e ver claramente essa manifestação, especialmente por parte dos Judeus, o que me assustou na época, uma vez que em solo brasileiro nunca vi nada disso e apenas fizemos referência que somos brasileiros e tanto faz a religião das pessoas com que nos relacionamos e interagimos…

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